Os Azeitonas: novo disco acústico já disponível em pré-venda

Da gravação do concerto de 2017 na Casa da Música resulta o primeiro álbum acústico d’ Os Azeitonas. Quem efectuar a pré-venda, no novo site da banda, tem direito a CD assinado e numerado.

Em Outubro de 2017, Marlon, Nena e Salsa decidiram rumar ao Gerês para iniciarem a preparação de um desejo antigo: a realização de um concerto acústico. Deixaram para trás a rotina citadina e refugiaram-se na natureza na procura de se dedicarem totalmente ao espírito e à música sem fios.

Desta vontade surgiu o desafio de adaptar o cancioneiro da banda ao formato acústico. Ao alterarem a abordagem musical, as músicas (re)nasceram com sonoridades, estilos e instrumentos diferentes daqueles a que nos habituaram. 

O resultado deste retiro em banda foi apresentado em dois concertos inesquecíveis para Os Azeitonas. O primeiro no Centro Cultural de Belém e o segundo na Casa da Música, a 22 de Novembro de 2017, que contou com as participações de Luísa Sobral, Miguel Araújo e Pedro Tatanka. Este concerto no Porto está agora registado em formato CD. O novo disco encontra-se, a partir de hoje, disponível em pré-venda no novo site da banda.

“Ela Foi para a Guerra” foi o tema escolhido para apresentar o álbum acústico e o vídeo foi revelado no canal de Youtube d’Os Azeitonas. 

Depois de em Abril terem lançado um single, “Guitarrista do Liceu”, a banda surge agora com um disco em formato acústico que pretende eternizar a incrível noite, cheia de emoções e de grandes amigos, de 22 de Novembro de 2017 na Casa da Música no Porto. 

“O desafio de fazer um concerto em acústico era grande. As músicas tiveram de levar uma bela volta tendo em conta a premissa “unplugged” e porque também queríamos dar uma cara nova às ditas. Convidámos amigos para ajudar à festa, a casa estava cheia, público à nossa frente, público atrás de nós. Os ingredientes estavam lá para que a noite fosse memorável e a meu ver, foi!”

Marlon, Março 2021

“Como de costume, a ideia nasceu de uma brincadeira! Virámos canções do avesso e, quase espontaneamente, criou-se um ambiente intimista, condição obrigatória para tirar o máximo partido do molde acústico, e ainda com direito a ensaios no campo, ao ar livre, sempre rodeados pelos incríveis músicos que nos acompanham nesta aventura. O ter ficado gravado, ainda para mais com a enriquecedora participação dos convidados – amigos! – foi cereja no topo do bolo!”

Nena, Março 2021

“Há um desafio no desconforto. Em ensaios acústicos, sem munição ou microfones, o respeito pelo som e a atenção ao detalhe elevam-se a outro patamar. Juntando à mistura uma aproximação de “e se…” a cada música, e entramos num universo até ali desconhecido, suportado no silêncio apenas pela nova harmonia encontrada no grupo, canção a canção, músico a músico. Este disco é deles.”

Salsa, Março 2021

“Eu sou de Lisboa
E eles são do Porto
Sempre que estamos juntos
Nunca dá para o torto.
Jamais mudaria o que quer que fosse. Todos os segundos foram preciosos!”

Tatanka, Março 2021

“Participar num concerto dos Azeitonas é como ser convidado para a festa do ano. É tudo à grande, do tourbus estacionado lá fora, à alegria, amor e entrega partilhada por todos os membros da equipa, e são muitos. É no fundo como se aterrássemos no natal de uma família enorme e todos nos recebessem de braços abertos, com um lugar na mesa e um presente debaixo da árvore. 
Agora que penso bem, e por já ter estado tanto do lado do espectador como do convidado, a sensação foi a mesma. Também como parte do público me senti um membro daquela família e também como público vibrei com cada canção como se o meu assento, por golpe de magia, tivesse sido transportado para o palco.
Sai agora a gravação do concerto acústico e não é que , mesmo só através do disco, é natal outra vez?”

 Luísa Sobral, Março 2021

“Eu estava na primeira fila (o pior lugar para se ver concertos), sozinho numa das pontas, e vibrei genuinamente com o concerto, como se não conhecesse aquela malta de lado nenhum. Dei por mim a cantarolar aquelas músicas como se não as conhecesse pelas traseiras. A maneira como elas foram esquartejadas e modificadas, sem qualquer reverência pelas versões originais, vai completamente contra aquilo que é o meu olhar obtuso, quadradão, dogmático, em relação a estas matérias. Tenho quase a certeza que eu seria uma voz antagónica, se ainda tivesse alguma dentro da banda. Mas ainda bem que não tenho. Sempre andei à turra e à massa com o Salsa para que ele não se pusesse com fantasias. Mas ainda bem que ele se pôs. Foi outra banda, aquela que ouvi. Diferente em muitos de aspectos. Melhor que nunca. O Marlon e a Nena com uma segurança como eu nunca vi, arranjos de uma exigência e de um requinte que nunca se vê ao vivo, pelo menos que eu saiba. Por uma vez na vida, desde que me dediquei a esta, pude ser mais uma entre as mais de mil almas que vibraram com o concerto dos Az na sala grande da Casa da Música, pequena de mais para o que ali se viu e ouviu. Obrigado Salsa, Marlon e Nena, obrigado (mais uma vez), AZ.”

Miguel Araújo, in Visão

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